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ESCOLA BÍBLICA / LIÇÕES
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LIÇÃO 2
JESUS, O
FILHO DE DEUS
Texto Áureo
"Qualquer que confessar
que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus." 1João
4.15.
Verdade Prática
A Expressão "Filho de Deus"
refere-se a relação particular do Unigênito com o Pai e ao
relacionamento espiritual de Deus com os seres humanos
mediante o sacrifício de Cristo no Calvário.
Leitura Diária
Segunda - Sl 2.7 - Jesus
Cristo e sua encarnação
Terça - Jo 3.16 - O
Filho Unigênito foi enviado para nos trazer vida eterna
Quarta - Jo 8.36 -
O Filho foi enviado para
libertar os oprimidos
Quinta - Jo 5.18
-
O Filho é igual ao Pai
Sexta - 1Jo 5.10 - Negar
o Filho é negar o Pai
Sábado - Gl 1.10 -
O Filho de Deus morreu pelos pecadores
Esboço da Lição
Introdução
I.
Jesus, o Filho de Deus
II.
Jesus, o Filho Unigênito de
Deus
III.
Jesus, o Primogênito de Toda a
Criação
IV.
Os Filhos de Deus
Conclusão
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LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Hebreus 1.1-8.
1 Havendo Deus antigamente
falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos
profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,
2 A quem constituiu herdeiro
de tudo, por quem fez também o mundo.
3 O qual, sendo o resplendor
da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando
todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si
mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da
majestade nas alturas;
4 Feito tanto mais excelente
do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.
5 Porque, a qual dos anjos
disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? Eu lhe serei por
Pai, E ele me será por Filho?
6 E outra vez, quando
introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o
adorem.
7 E, quanto aos anjos, diz:
Faz dos seus anjos espíritos, E de seus ministros labareda de
fogo.
8 Mas, do Filho, diz: O Deus, o teu
trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o
cetro do teu reino.
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COMENTÁRIO / DICAS
Tema deste
Subsídio
JESUS, O FILHO DE DEUS
Objetivo: Mostrar que
Cristo é o Filho de Deus, tendo relação particular com o
Pai, por meio do qual, podemos conhecê-LO.
INTRODUÇÃO
Jesus é o Filho de Deus, mas
que tipo de filiação seria essa? Poderíamos assemelhá-la
com a filiação dos anjos ou dos homens criados por Deus.
Em que sentido Jesus é, particularmente, o Filho de Deus?
Quais as implicações desse ensinamento para a vida de cada
cristão? Tentaremos, na aula de hoje, tecer alguns
comentários a respeito dessas indagações.
1. JESUS: O
FILHO DE DEUS
Todos aqueles que recebem a
Jesus como salvador pessoal se tornam filhos de Deus (Jo.
1.12), como são também filhos de Deus os anjos (Jó1.6;
38.7). Contudo, a filiação dos homens e dos anjos é
diferente da de Cristo. Os seres humanos são filhos de
Deus por adoção (Rm. 8.15) e os anjos por criação (Sl.
148.5) enquanto que Jesus é Filho de Deus por eleição. Por
isso, a relação existente entre o Pai e o Filho, conforme
está escrito em Jo. 1.1, é um atestado de Sua plena
divindade (Jo. 10.10-38). Assim sendo, muitos são os
filhos de Deus, mas apenas Cristo é O FILHO DE DEUS, o
Unigênito (Jo. 3.16). Jesus é, assim, o Filho Eterno na
relação Eterna com o Pai (Mt. 3.17; Jo. 5.18-40).
2. A
PRIMOGENITURA DE CRISTO
O texto de Hb. 1.5 é uma
citação direta do Sl. 2.7, o qual antecipa o
reconhecimento revelado de Cristo como o Filho Eterno do
Pai. Essa filiação é confirmada pelos sofrimentos pelos
quais Jesus passou, e, mais especificamente, pela
ressurreição (At. 13.33; Ro. 1.4). Jesus Cristo é o
primogênito entre muitos irmãos (Rm. 8.29) e de tudo o que
fora criado (Cl. 1.16). Essa aplicação da primogenitura a
Cristo pode ser remetida, também, à tradição antiga de
coroamento dos reis (Sl. 89.27). Dizer, então, que Jesus é
o primogênito ou gerado, do Pai, não quer dizer que Ele
tenha tido um início, já que Ele mesmo é o Princípio e o
Fim de todas as coisas (Ap. 22.13) e o Pai da Eternidade
(Is. 6.9). A palavra primogênito, no grego, é “prototokos”
que não apenas significa “o filho mais velho”, bem como
aquele que tem a supremacia, preeminência, predomínio e
autoridade. A esse respeito, lembremos que Davi, embora
não fosse o mais velho (I Sm. 16.11), fora chamado de
primogênito (Sl. 89.20,27). É nesse contexto que Cristo é
introduzido, em Cl. 1.18, como “o princípio e o
primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a
preeminência”.
3. A
REVELAÇÃO POR MEIO DO FILHO
A proeminência de Cristo,
entre tudo e todos, é explicitamente apresentada por meio
do ato revelacional de Deus em Hb. 1.1.2. O autor da
Epístola ao Hebreus diz que “Deus falou” e, por isso,
podemos ter conhecimento e relacionamento com esse Deus.
Ele falou – de muitos modos – isto é, pelo Urim e Tummin,
por visões, voz audível e sonhos (ver Nm. 12.6-8). A
revelação de “outrora” – dada aos pais hebreus e aos
profetas de Israel – era fragmentada e venho a obter
plenitude na anunciação do Senhor (Hb. 2.3). Agradou ao
Pai, nesses últimos dias, ou melhor, nos dias do Messias,
revelar-se, ao mundo, por meio do Seu Filho Jesus Cristo (Jo.
1.3; 18; 15.15). A supremacia da revelação de Cristo é
comprovada por ser Ele o Filho (Hb. 1.1,2), superior aos
anjos (Hb. 1.4), tendo, sobre estes, a proeminência (Hb.
1.6-9; Gl. 3.16).
CONCLUSÃO
Jesus é o Filho de Deus. Com
essa declaração, não estamos afirmando outra coisa senão
que Ele é Deus. Assim entenderam os contemporâneos de
Jesus e O quiseram apedrejar, e nós, nos dias atuais,
tendo uma tão grande nuvem de testemunhas a favor dessa
doutrina não podemos deixar de atentar para essa verdade.
Ele é Deus, é o Verbo que se fez carne, enviado, pelo Pai,
para revelá-LO. Diante de tão grande salvação, resta-nos,
com todos os anjos, dobramo-nos diante dEle,
glorificando-O como Senhor de todo o Universo, mas,
primordialmente, de nossas vidas.
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SUBISÍDIO II
INTRODUÇÃO
Quem é Jesus? Essa é uma
pergunta que ecoa através dos séculos e que tem sido
objeto de grande discussão, pois alguns o tem conceituado
como um revolucionário, outros, um filósofo, e ainda
outros, um judeu religioso que procurou despertar aos
judeus para a prática de um verdadeiro judaísmo.
Entretanto, só a Bíblia tem
autoridade para conceituar este personagem que continua
transformando vidas através da história, e é isso que
veremos nessa lição.
I - QUAIS
OS NOMES QUE CRISTO RECEBE NAS ESCRITURAS?
Diversos nomes Cristo recebe
nas Escrituras, nomes estes, que descrevem a sua natureza,
posição e obra. Entre os quais podemos citar:
1.1. Jesus - O nome
Jesus é a forma grega do nome hebraico ”Yehochua” (Josué -
Jeová é a Salvação) ou “Yeshua” (Josué - Salvação).
1.2. Cristo - Se Jesus
é um nome pessoal, Cristo é o nome oficial do Messias. É o
equivalente a Mashiah no A.T. Que significa ”Ungido”.
Cristo foi designado em Seus ofícios desde a eternidade,
mas a sua unção se efetuou historicamente quando Ele foi
concebido pelo Espírito Santo (Lc 1:35); e quando recebeu
o Espírito Santo por ocasião de seu Batismo (Mt 3:16; Mc
1:10; Lc 3: 22; Jo 1:22). Esse título serviu para
qualificá-lo para Sua grande tarefa. Cristo era um
adjetivo que com o tempo acabou sendo incorporado como um
nome (substantivo) ao nome Jesus.
1.3. Filho do Homem
(Humanidade) - De acordo com o hebraico, a expressão
”filho de” denota a relação e participação. Ex: “Filho da
ressurreição” são aqueles que irão participar de suas
verdades e bênçãos.
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“Um homem de paz” (Lc 10:6) é
aquele que tem um caráter pacífico. Dessa maneira “Filho
do homem” vem a ser a designação enfática para o homem e
seus atributos característicos de fragilidade e impotência
(Nm 23;19; Jó 16:21; 25:6).
Nesse sentido o título é
aplicado oitenta vezes a Ezequiel. No que diz respeito a
Cristo “Filho do homem”, o termo designa-o como
participante da natureza e das qualidades humanas, sujeito
às mesmas fraquezas (Mc 2:10; 2:28; Mt 8:20; Lc 19:10),
seu sofrimento (Mc 8:31) e sua exaltação e domínio sobre a
humanidade (Mt 25:31; 26:24).
1.4. Filho de Deus - O
nome “Filho de Deus” tem diversas aplicações nas
Escrituras dependendo do contexto em que o mesmo é
empregado, referindo-se à:
1.4.1. A pessoas piedosas
(Gn 6:2; Sl 73:15);
1.4.2. Ao povo de Israel
( Ex 4:22; Jr 31:9; Os 11:1);
1.4.3. Oficiais de Israel,
especialmente ao prometido rei da casa de Davi (2 Sm
7:14; Sl 89:27);
1.4.4. Aos anjos ( Jó
1:6; 2:1; 38:7; Sl 29:1);
1.4.5. Aos salvos -
Nesse sentido, todos os “nascido de novo” são filhos de
Deus (Jo 1:12; Rm 8:14; Gl 3:26;), mas, por adoção (Rm
8:15, 23; 9:4; Gl 4:5; Ef 1:5).
1.4.6. A Jesus - No
N.T., vemos Jesus apropriando-se do nome (Jo 8:36;10:36) e
outros atribuindo-o a Ele (Mt 27:54: Mc 16:61)”. O nome é
aplicado a Jesus em três sentidos diferentes:
1.4.6.1. Sentido
Messiânico - O Messias pode ser chamado Filho de Deus
como o herdeiro e representante de Deus. Vemos isso em
diversas passagens como (Mt 24:36; Mc 13:32; Mc 3:17;
17:5; Mc 1:11; Lc 3:22).
1.4.6.2. Sentido
Trinitário - Às vezes, o nome é utilizado para indicar
a divindade essencial de Cristo. Como tal, ele indica uma
filiação pré-existente, que transcende absolutamente a
vida humana de Cristo e Sua vocação oficial como Messias (Mt
11:27; 14:28-33; 16:16).
1.4.6.3. No Sentido
Natalício - Cristo é chamado de Filho de Deus em
virtude de seu nascimento sobrenatural (Lc 1:35; Mt
1:18-24; Jo 1:13; Rm 1:4).
II - QUAL A
DIFERENÇA ENTRE UNIGÊNITO E PRIMOGÊNITO?
2.1. Unigênito -
conforme (Jo 3:16), vemos “Porque Deus amou ao mundo de
tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo
aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
A palavra unigênito no gr. “monogenes” tem o significado
de “único em sua espécie”, logo, no sentido absoluto da
palavra, só Jesus é filho de Deus, pois não foi criado,
mas gerado.
2.2. Primogênito -
conforme (Mt 1:25) vemos “e não a conheceu até que deu à
luz seu filho, o primogênito; e pôs- lhe o nome Jesus”. A
palavra primogênito diz respeito a filiação de Jesus com
Maria, e não em relação a Deus, pois há dois aspectos
interessantes na passagem citada:
1º) O ”Até” mostra que
José conheceu Maria (sexualmente) depois do nascimento de
Jesus;
2º) Jesus é chamado
primogênito, ou seja, primeiro filho de Maria, mostrando
que Maria teve outros filhos posteriormente. Porém quando
o termo é empregado no contexto de (Cl 1: 15), fala no
sentido de preeminência, supremacia, um título que se
refere à sua posição exaltada, e não ao momento de seu
nascimento.
III - QUAIS
ERAM OS OS OBJETIVOS DA ENCARNAÇÃO DE JESUS
A Bíblia ensina que o Cristo
pré-encarnado tornou-se homem “E o verbo se fez carne e
habitou entre nós”(Jo 1:14), quando chegou a plenitude dos
tempos, Deus “enviou seu filho nascido de mulher”(Gl 4:4;
Rm 8:3). Cristo veio, e como veremos, há sete motivos para
sua encarnação:
3.1. Para confirmar as
promessas - Ele se fez homem para confirmar as
promessas feitas aos pais e para mostrar misericórdia para
com os gentios (Rm 15:8,9 ; Is 9:6; 7:14; Mq 5:2).
3.2. Para revelar o Pai
- No V.T. Deus é revelado como criador e governador (Sl
103:3). Cristo acrescentou e completou esta revelação de
Deus como Pai (Jo 1:18; 14:9; 16:27; Mt 6:8).
3.3. Para se tornar um
fiel Sumo-sacerdote - Ele veio para se qualificar e
agir como um fiel Sumo-sacerdote (Hb 2:10,16,17,18; 5).
3.4. Para aniquilar o
pecado - Ele veio para aniquilar o pecado pelo
sacrifício de si mesmo (Mc 10:45; Hb 9:26).
3.5. Para destruir as
obras do diabo - O apóstolo João diz que Ele veio para
destruir as obras do diabo (1 Jo 2:14,15).
3.6. Para nos dar um
exemplo de vida santa - Apesar de não encontrarmos
esse propósito definido com essas palavras em parte
alguma, está, no entanto, subentendida em referências como
(Mt 11:26; 1 Jo 2:6; 1 Pe 2:21).
3.7. Para preparar para o
Segundo Advento - Na cruz, Cristo pagou o preço em
resgate da humanidade. Sua primeira vinda foi necessária
como preparação para a Sua Segunda Vinda (Hb 9:28; Rm
8:18-25; Ap 5:6).
CONCLUSÃO
A partir dessa lição
verificamos que os nomes que Cristo recebe nas Escrituras
revelam a sua divindade. A posição de Filho unigênito de
Deus nos fez compreender a sua messianidade, divindade e
união com o Pai, proporcionando-nos assim um
esclarecimento bem definido da pessoa de Jesus à partir
das Escrituras, vacinando-nos contra as heresias do
presente século que tem como objetivo primário o ataque à
Sua pessoa.
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Pb. José Roberto A. Barbosa
www.radioboasnovas.net
Os artigos e
estudos publicados neste espaço são de inteira responsabilidade
dos seus autores.
Fonte:
EBDWeb e
CPAD
Portal Escola
Dominical
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QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 2 DO 1º TRIMESTRE/2008
01. Leia
atentamente o texto a seguir:
“Porque, a qual dos anjos
disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez:
Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho? E outra
vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos
os anjos de Deus o adorem” (Hb 1.5,6).
1.
A procedência de
Jesus revela que ele compartilha da mesma essência e
natureza do Pai.
2.
Que Deus criou
Jesus, assim como criou os anjos.
3.
Temos aqui uma
profecia messiânica cumprida cabalmente em Jesus.
4.
O texto demonstra
claramente a natureza divina de Jesus.
As afirmações corretas são:
A
1, 2 e 3
B
1, 2 e 4
C
2, 3 e 4.
D
1, 3 e 4.
E
3 e 4.
02. Dentre
as afirmações abaixo, não é correto afirmar:
A
O Filho de Deus
sempre existiu.
B
Jesus já era chamado
Filho mesmo antes da sua encarnação.
C
Deus enviou seu
Filho unigênito ao mundo para que por ele vivamos.
D
O Filho de Deus é
eterno.
E
O ensino de que o
Verbo tornou-se Filho a partir da sua encarnação tem apoio
entre os teólogos piedosos e conservadores.
03. A
respeito de Jesus, o Filho de Deus, é correto afirmar,
exceto:
A No Salmo 45.7 há
duas menções proféticas de Deus.
B Jesus é o Filho de
Deus, mas não é Deus.
C O Filho é igual ao
Pai.
D A relação de Jesus
com o Pai revela a sua deidade.
E Negar o Filho é
negar o Pai.
04. Acerca
da origem e significado do termo “Unigênito”, é correto
afirmar, exceto:
A
Cristo, o
Unigênito”, foi criado por Deus.
B
O termo aparece
cinco vezes nos escritos de João, todas relacionadas a
Jesus.
C
Jesus é o “Unigênito
do Pai”.
D
“Unigênito”, na
Bíblia conduz a idéia de natureza, caráter, tipo, e não de
geração.
E
Por preexistir
eternamente, Jesus é chamado de Pai da Eternidade (Is
9.6).
05. Marque
a única alternativa incorreta:
A
Hebreus 1.6 diz: “E
todos os anjos de Deus o adorem”.
B
Os anjos estiveram
presentes no ministério terreno de Jesus.
C
Os anjos não são
limitados.
D
Os anjos são
criaturas espirituais.
E
Jesus é adorado
pelos próprios anjos.
06. Sobre
Cristo, a expressa imagem de Deus, podemos dizer que:
A
A expressão “a
imagem do Deus invisível” confirma a divindade de Jesus.
B
De acordo com 1
Timóteo 3.16, Jesus se manifestou em carne.
C
Cristo é “a imagem
do Deus invisível”.
D
A palavra original
para “imagem” comunica dois conceitos importantes:
aparência e manifestação; ambos relacionados a Cristo e à
sua obra.
E
Todas estão
corretas.
07. Com
relação ao conceito bíblico de “primogênito”, é coerente
afirmar, exceto:
A
De acordo com
Colossenses 1.15-18, Jesus é apresentado como “o
primogênito de toda a Criação”.
B
Na Bíblia, o
vocábulo original para “primogênito” só era utilizado no
sentido natural e humano de “filho mais velho”, abrange
também o significado de primazia, preeminência,
supremacia, predomínio, autoridade total.
C
Jesus foi a primeira
criatura de Deus.
D
O termo
“primogênito”, aplicado a Cristo, não contradiz a sua
eternidade.
E
Cristo como
“primogênito” tem a ver com posição, e não com criação.
08.
Identifique a única alternativa incorreta:
A
Somente os judeus
ortodoxos chamar Deus de Pai.
B
O Antigo Testamento
apresenta Deus como o Pai de Israel.
C
No Antigo
Testamento, o hebreu devoto não se apresentava
individualmente como filho de Deus.
D
O conceito de filho
de Deus no Antigo Testamento, concernente a Israel, denota
relacionamento com Deus mediante uma aliança ou concerto
coletivo.
E
Os judeus não ousam
chamar Deus de Pai.
09. Sobre o
termo “Filho de Deus” na época da graça, podemos afirmar
que:
A
A expressão “Filho
de Deus”, aplicada a Cristo, tem sentido bem diferente
quando aplicada a nós.
B A nossa filiação com
Deus é individual e não coletiva como a de Israel no
Antigo Testamento.
C
Deus nos concedeu a
posição de filhos pelos méritos da obra redentora de
Cristo.
D
No Novo Testamento,
a filiação espiritual do crente com Deus ocorre por
adoção.
E
Todas estão
corretas.
10.
(POLIEDRO) A ordem cronológica correta na história
política dos hebreus é:
A
Juízes, Reis,
Patriarcas, e Cisma Monárquico.
B
Cativeiro da
Babilônia, Cisma Monárquico e Estado dependente.
C
Juízes, Reis, Estado
dependente e Patriarcas.
D
Patriarcas, Juízes,
Reis e Cisma Monárquico.
E
Reis, Juízes,
Patriarcas e Estado dependente.
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