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ESCOLA BÍBLICA / LIÇÕES
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LIÇÃO 13
JESUS, O REI
DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES
Texto Áureo
"A qual, no tempo próprio,
manifestará o bem-aventurado e único soberano, Rei dos reis
e Senhor dos senhores. " 1Timóteo 6.15.
Verdade Prática
Jesus está acima de todos os
reis e de todos os senhores da Terra, pois Ele é soberano e
absoluto.
Leitura Diária
Segunda - Gn 49.10 - A
realeza do Messias nas primeiras profecias da Bíblia
Terça - Jr 23.5,6 - Os
profetas vaticinam o reinado justo do messias
Quarta - Zc 9.9 - A
profecia da vinda de um rei justo e salvador
Quinta - Lc 19.35-38
- Jesus foi aclamado Rei pelo povo
Sexta - Jo 19.19-22 -
Jesus Nazareno, Rei dos Judeus
Sábado - Lc 1.31-33 -
O seu reino nunca terá fim
Esboço da Lição
Introdução
I.
Os Déspotas deste Mundo
II.
O Caráter do Reino do Messias
III.
A Vitória Final
Conclusão
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LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 19.11-19.
11 E vi o céu aberto, e eis
um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se
Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.
12 E os seus olhos eram como
chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e
tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.
13 E estava vestido de uma
veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a
Palavra de Deus.
14 E seguiam-no os exércitos
no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e
puro.
15 E da sua boca saía uma
aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com
vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do
furor e da ira do Deus Todo-Poderoso.
16 E no manto e na sua coxa
tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.
17 E vi um anjo que estava
no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que
voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande
Deus;
18 Para que comais a carne
dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a
carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de
todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes.
19 E vi a besta, e os reis
da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra
àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército.
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COMENTÁRIO / DICAS
Tema deste
Subsídio
JESUS, O REI DOS REIS E SENHOR DOS
SENHORES
Objetivo: Mostrar que
chegará o dia no qual todos reconhecerão que Cristo é o
Rei dos reis e o Senhor dos Senhores.
INTRODUÇÃO
O Verbo se fez carne e
habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, diz o
apóstolo João (Jo. 1.14). Esse ato de encarnação
representou uma humilhação para Deus, chegando ao extremo
na crucificação, tema estudado em uma das lições
anteriores. Na aula de hoje, a última do trimestre,
veremos que Aquele que fora humilhado, um dia virá para
governar sobre todos, e então, será reconhecido como Rei
dos reis e Senhor dos senhores.
1. O
RETORNO GLORIOSO DE JESUS
Após o arrebatamento da
igreja (I Ts. 4.17) e o período da tribulação, sob o
governo do anticristo (Dn. 7.24,25; Mt. 24.21; II Ts.
2.3-6; Ap. 7.14; 13.1-8), Jesus virá em glória para julgar
as nações (Mt. 24.30; Zc. 14.4,5; Ap. 1.7; 19.11-16). A
respeito desse evento futuro, Daniel (Dn. 2.34-45) revela
que os reinos dos mundos serão esmiuçados pelo impacto da
pedra que desceu da montanha. Nessa ocasião, se dará a
batalha do Armagedom, apresentada em Zc. 12.3,9; 14.2.
Essa batalha, de acordo com o relato bíblico, de Jr.
31.35,36; 46.48; Am. 4.14,15 acontecerá porque os judeus
se encontrarão ameaçados e lutarão bravamente pelo período
de um dia (Zc. 14.6,7,14). Diante da investida dos seus
inimigos, o remanescente israelita buscará o socorro do
Senhor e Ele virá corporalmente como para o Céu subiu (Lc.
24.39; At. 1.1). Nessa vinda, que deva ser diferenciado do
arrebatamento, que terá ocorrido anteriormente (I Ts.
4.13), Cristo virá em glória e todo olho O verá (Mt.
24.30; At. 1.7). Nessa ocasião, o Anticristo e o Falso
Profeta, que atuaram durante a Tribulação, serão lançados
no Lago de Fogo e Enxofre (II Ts. 2.8; Ap. 19.20).
2. O REINO
MILENIAL DE CRISTO
Em subseqüência a esses
acontecimentos, Cristo, por fim, será reconhecido,
nacionalmente, pelos judeus como o Messias Prometido (Is.
4.3; 59.20.,21; 60.21; Os. 3.5; Zc. 12.10-14; 13.1; Rm.
9.27; 11.25-27). Jesus, então, reinará sobre eles pelo
período de mil anos (Ap. 20.1-6). Esse momento sempre fora
aguardado com ansiedade pelo povo israelita (Lc. 2.38; At.
1.6,7). O Milênio será uma teocracia, isto é, o governo de
Deus na terra. Cessará, portanto, todo o governo humano
que dará lugar ao domínio do Senhor (Zc. 14.9). A igreja
de Cristo integrará esse novo governo (I Co. 6.2; Ap.
2.26,27) voltado, predominantemente, ao contexto judaico.
É por isso que de Jerusalém o Senhor exercerá o Seu
comando (Zc. 14.4). Não apenas a terrestre, mas a
Celestial, que se encontrará nas alturas (Is. 2.2; Mq.
4.1). A igreja estará glorificada com Cristo (Rm.
8.17,18,30; Cl. 3.4; I Pe. 5.1). Esse será um período de
plena manifestação da glória de Cristo. A respeito desse
evento, diz o hino sacro: “Quando o povo israelita, com
Jesus se concertar, dando glória ao Seu nome, sem cessar.
Nesse tempo, céu e terra hão de ser a mesma grei, entoando
aleluias ao meu Rei (HC. 3).
3. JESUS,
REI E SENHOR
O reinado de Cristo será
diferente de muitos que vemos nos dias atuais. O
conhecimento de Deus, ao invés de ser repreendido, será
ampliado em dimensões universais (Is. 11.19; Jr. 31.34; Hc.
2.14). As guerras e interesses egoístas darão lugar à
piedade que prevalecerá entre as nações (Sl. 22.27;
102.15,22; Is. 60.3; 66.23; Jr. 3.17). As pessoas não se
oporão à vontade de Deus, antes buscarão os mandamentos do
Senhor (Is. 2.3; Zc. 8.20-23). A manifestação divina será
tão explícita, nesse período, que não haverá lugar para a
incredulidade e a rebelião (Is. 65.20; Zc. 14.17; Ap.
19.5). No reino de Cristo, diferentemente do que vemos
atualmente no planeta, prevalecerá a paz e a justiça entre
os povos (Mq. 4.3; Zc. 9.10; Is. 2.4; 32.16). Nos
queixamos das injustiças sócias e da insegurança que
assolam as nações e oprimem aos pobres, isso, no entanto,
será mudado, sob o domínio do Príncipe da Paz (Is. 9.6;
11.4; 32.17). As doenças que abundam nos dias atuais darão
lugar à saúde, que prolongará a vida das pessoas (Is.
33.24; 65.20,22; Zc. 8.4), não mais haverão paralíticos
nem aleijados (Is. 35.5,6), pois existirá, ali, um rio que
trás saúde que fluirá de debaixo do templo (Ez. 47.1-12).
A destruição ambiental também cessará, dando lugar à
fertilidade (Am. 9.13,14; Is. 35.1,6; 40.19), a escassez
de água não será problema (Is. 30.25; Jl. 3.18). As
moradias não serão privilégios de poucos, todos terão
casas onde poderão viver (Is. 65.21,22), por isso,
alugueis e dívidas serão coisas do passado (Mq. 4.4; Zc.
3.10).
CONCLUSÃO
Chegará o dia em que,
finalmente, Jesus aparecerá em glória, e mais
especificamente os judeus, os quais, se dobrarão perante
Ele, reconhecendo-O como Rei dos reis e Senhor dos
Senhores. A igreja, no entanto, já vive sob o domínio do
senhorio de Cristo (Lc. 17.21). Como seus súditos, devemos
buscar ouvir e obedecer a Sua voz (Jo. 10.27). Portanto,
quando os padrões seculares vierem de encontro à vontade
soberana de Cristo, importará, sempre, obedecer a Deus do
que aos homens (At. 5.29), orando e agindo, na expectação
da manifestação completa do reino de Cristo (Mt. 6.10).
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SUBISÍDIO II
INTRODUÇÃO
Os judeus esperavam um Líder
que havia sido prometido há muitos séculos pelos profetas.
Acreditavam que o Messias “O Ungido” os salvaria de seus
opressores romanos e estabeleceria um novo reino. Como
Rei, ele governaria o mundo com justiça. Porém, muitos
judeus, olharam com indiferença para as profecias que
falavam de um Rei, servo do Senhor, que sofreria, seria
rejeitado e morto.
Então, não é de se admirar
que poucos tenham reconhecido Jesus como Messias. Como o
pobre e humilde filho de um carpinteiro de Nazaré poderia
ser o prometido Rei? Mas, Jesus, era o Rei dos reis e
Senhor dos senhores!
Jesus foi formalmente
apresentado à nação de Israel, porém, foi rejeitado. É
muito estranho que o Rei tenha sido acusado, preso,
condenado e crucificado. Mas, Jesus mostrou seu poder até
sobre a morte, por meio da sua ressurreição, e assim, nos
deu acesso ao seu Reino.
I. OS
DÉSPOTAS DESSE MUNDO
Uma equipe de cientistas
internacionais e arqueólogos desvendam o mistério sobre um
dos eventos mais violentos na história do Velho
Testamento, a existência do infame faraó do Egito, Ramsés
o Grande. Ramsés II era auto-intitulado como um dos
maiores faraós do Egito. Ramsés teria sido o faraó que
oprimiu os hebreus no Egito, os quais foram libertados sob
o comando de Moisés.
A Bíblia menciona a dinastia
de quatro reis da Assíria. A dinastia de Salmanazar ou
Salmanessér. II Reis. 18.9. Esses reis reinaram no século
oito e século nove antes de Jesus Cristo. Por causa do
pecado e corrupção de Salomão, Deus dividiu o reino em
dois reinos, sabendo que não subsistiriam. Mateus. 12.
25-26. O rei da Assíria levou o reino do Norte formado por
dez tribos. Esse rei da Assíria é comparado a Faraó por
Deus. Na realidade, Faraó é comparado ao rei da Assíria.
Ezequiel. 31.2-3; 31.18. O rei da Assíria foi maior dragão
que Faraó, tais eram o poder desses déspotas.
No Antigo Testamento foi
Nabucodonosor. Jeremias, o profeta, o declarou:
“Nabucodonosor, rei da Babilônia, me devorou, pisou-me,
fez de mim um vaso vazio, como dragão me tragou” Jeremias.
51.34. Este grande dragão devorou os reis de Judá, seus
filhos e filhas, e levou os príncipes e os nobres para o
cativeiro em Babilônia. No livro das lamentações, Jeremias
relata os padecimentos insofríveis do povo judeu. Desonra,
escravidão, fome, água a preço de sangue, violação de
mulheres e virgens. Esta é a água de fel que Jeová deu de
beber a seu povo escolhido. Jeremias. 9.15; 8.14.
No tocante aos déspotas
romanos. Após a anarquia militar, o imperador deixou de
ser Princeps e passou a ser reconhecido como Dominus
(Senhor), caracterizando um governante absoluto.
Inicia-se, então, o período do Dominato (Domínio).
Para falar sucintamente sobre
os romanos, os déspotas do Dominato romano impunham sua
condição de dominus superior, ostentando coroas de louros
e outros adornos, obrigavam os súditos a ajoelharem-se e
beijar a ponta de seus mantos reais, imagina-se o que não
faziam com o povo subjugado.
Alexandre, o grande. Rei da
Macedônia, filho do rei Felipe II e da rainha Olímpia,
assume o trono aos 20 anos, após o assassinato do pai. Nos
seus 13 anos de reinado, cria o maior império territorial
conhecido até então. Foi considerado o maior general da
antiguidade.
Domina a Grécia, a Palestina
e o Egito, avança através da Pérsia e da Mesopotâmia e
chega à Índia. Funda mais de setenta cidades, várias delas
com o nome de Alexandria. Dessas, a mais famosa, seria
localizado no delta do rio Nilo, no Egito um verdadeiro
monumento ao seu imenso poder, a cidade ficou célebre pelo
seu farol com mais de 120m de altura, uma das sete
maravilhas do mundo antigo, e pela importantíssima
biblioteca de 700 mil volumes, famoso centro literário e
artístico da antiguidade.
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II. CARÁTER
DO REINO DO MESSIAS
1. Fiel e
Verdadeiro.
Não há dúvida sobre a
identidade de Jesus, descrito aqui como: a Fiel
Testemunha. Ele é o sim e o amém das promessas de Deus. II
Coríntios 1.20-22, o cavaleiro chamado Fiel e Verdadeiro.
Apocalipse 19.11. O Primogênito dos mortos. Jesus não foi
o primeiro a ser ressuscitado, mas ele tem primazia sobre
todos. Colossenses 1.18. Aquele que ressuscitou e tem
domínio sobre tudo e todos. Jesus é Soberano dos reis da
terra. Jesus não domina apenas os servos fiéis; ele é o
Soberano dos reis humanos Daniel 4.32. Ele governa os
governantes, incluindo aqueles que perseguiriam os santos.
A Bíblia afirma que Jesus é o Soberano dos reis da terra.
Pedro diz que os poderes estão sujeitos a Jesus. I Pedro
3.22. Paulo diz que todas as coisas já foram colocadas
debaixo dos pés de Jesus Efésios 1.22-23. Jesus mesmo
disse que já recebeu esta autoridade do Pai. Apocalipse
2.27-28. Cremos nas palavras de Jesus em Mateus 28.18.
“Todo poder me foi dado no céu e na terra.”.
2. Os
diademas.
Após a ascensão de Jesus aos
Céus, os anjos declararam aos apóstolos: “Homens galileus,
por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre
vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para
o céu o vistes ir”. Atos 1.11. Zacarias 14.4 identifica a
localização da Segunda Vinda como o Monte das Oliveiras.
Mateus 24.30 declara: “Então aparecerá no céu o sinal do
Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão,
e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu,
com poder e grande glória.” Tito 2.13 descreve a Segunda
Vinda como “o aparecimento da glória”. A Segunda Vinda é
descrita em seus mínimos detalhes em Apocalipse 19.11-16:
“E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava
assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e
peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de
fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha
um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo. E
estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome
pelo qual se chama é a Palavra de Deus. E seguiam-no os
exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho
fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada,
para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de
ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor
e da ira do Deus Todo-Poderoso. E no manto e na sua coxa
tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos
senhores.”. A diversidade de diademas representa o
exercício da Soberania de Cristo, justa e poderosa sobre
todos os reis e príncipes da terra. Daniel 10.6. Ele é o
Rei dos reis e Senhor dos senhores. Filipenses 2.9. Quando
Cristo se manifestar em glória despojará o poder que se
opõe a Deus. Este reino existirá aqui na terra em
cumprimento às profecias do Antigo Testamento. Salmos
72.8,9; Isaias 2.11; Jeremias 23.5-7; 33.14-16; Zacarias
6.12-14; Daniel 7.13,14; Miquéias 4.3; Mateus 25.31,32; I
Coríntios 15.24,25.
3. A veste
salpicada de sangue.
Ao ler “E vi o céu aberto, e
eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele
chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.
E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua
cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que
ninguém sabia senão ele mesmo. E estava vestido de uma
veste salpicada de sangue.” Apocalipse 19.11-13 nos
parecem que este sangue não significa o sangue que Jesus
derramou na cruz do Calvário para nos salvar. O contexto
da segunda vinda de Jesus em duas etapas nos leva a pensar
que o sangue que salpica os vestidos de Cristo está
relacionado com o que falou o profeta: “Quem é este, que
vem de Edom, com vestidos tintos de Bozra? Este que é
glorioso em sua vestidura, que marcha com a sua grande
força? Eu, que falo em justiça, poderoso para salvar. Por
que está vermelha a tua vestidura? E os teus vestidos como
o daquele que pisa no lagar? Eu sozinho pisei no lagar, e
dos povos ninguém houve comigo; e os pisei na minha ira, e
os esmaguei no meu furor; e o seu sangue salpicou os meus
vestidos, e manchei toda a minha vestidura”. Isaías
63.1-3.
A doutrina dos estados de
Cristo consiste de humilhação e de exaltação. Humilhação
consiste em Cristo ter posto de lado a majestade divina
que era Sua como soberano governador do universo ter
assumido a natureza humana na forma de servo, tendo se
encarnado e passado por grande sofrimento e morte,
sepultamento. Mateus 3.15; Filipenses 2.6-8; João 1.14;
Hebreus 2.18; 4.15; 5.7-9; Deuteronômio 21.23; Gálatas
3.13: Salmos 16.10; Atos 2.27,31. Cristo precisou passar
por este estado de humilhação para nos redimir do pecado.
O estado de exaltação. Cristo
tendo pagado a penalidade do pecado e merecido a justiça e
a vida eterna para o pecador. Este estágio deve ser levado
em conta no estado de exaltação de Cristo. A ressurreição.
I Coríntios 15.20; Colossenses 1.18; Apocalipse 1.5; a
ascensão de Cristo ao céu. Hebreus 1.3; 4.14; 9.24, a Sua
entronização à mão direita de Deus. Mateus 26.64; Atos
2.33-36. E finalmente a manifestação em glória a Sua
segunda vinda gloriosa. II Tessalonicenses 1.7-10 que
representa a vitória contra as forças do mundo, do
materialismo, enfim, o reino das trevas.
III. A
VITÓRIA FINAL
1. A
redenção.
Jesus ensinou ao povo durante
seu ministério terreno “Em verdade, em verdade vos digo:
todo o que comete pecado é escravo do pecado”. João 8.34,
redenção significa que Cristo liberta o povo da escravidão
do pecado. Redenção é a libertação do escravo, pagando o
preço do resgate. Nos temos bíblicos, muitas vezes um
homem chegava ser escravo, por causa de suas dívidas. Um
parente teria que pagar o preço de resgate para conseguir
a libertação daquele escravo. Cristo se tornou nosso
parente, ao encarnar-se, para conseguir nossa libertação
da escravidão do pecado. Qual foi o preço de resgate? Nós
teríamos que pagar os pecados com a nossa morte, se não
fosse a redenção por Cristo. I Pedro 1.18,19, o escravo
resgatado deve glorificar a Deus no seu corpo, porque
pertence ao que pagou o preço do resgate. I Coríntios
6.19-20; João 8.32-34; Romanos 3.24; Gálatas 3.13; 4.5;
Êxodo 21.20.
2. Rei dos
reis.
Jesus como ungido de Deus
exerce três ofícios: Profeta, sacerdote e rei. Jesus
Cristo é o rei dos reis porque Ele é filho de Deus. Isaias
9.7; Lucas 1.32,33: Atos 2.33-36. Cristo exerce toda
autoridade no céu e na terra. Mateus 28.18. Quando as
pessoas são rebeldes, Cristo os vence; quando são
obedientes, Ele reina sobre eles. Quando o inimigo de Deus
e dos homens os ataca, pode-se contar com a vitória, pela
confiança em Cristo, porque ele defende o seu povo dos
ataques do inimigo. I João 4.4 A autoridade absoluta de
Cristo hoje é reconhecida somente pelos crentes, Mateus
13.24-30; Lucas 17.21; Romanos 14.17; Colossenses s 1.13,
mas quando Ele voltar em glória e poder. Todos irão
reconhecer que Ele é Deus filho, o todo poderoso. Daniel
4.25; 2.34; Efésios 1.20-22. De forma definitiva. Mateus
7.21; 13.24-30; Lucas 22.29; Filipenses 2.9-11; II Timóteo
4.18; II Pedro 1.11.
3. Senhor
dos senhores.
As lições que ora estamos
encerrando tem o escopo de apresentar Jesus Cristo como
verdadeiro Deus e verdadeiro homem. João 1.1-14, a
natureza divina de Cristo não foi criada, mas é eterna;
Jesus Cristo é Deus filho, por isso é igual ao Pai em
poder e glória. Segundo os estudiosos o segundo nome da
divindade que aparece na Bíblia é Senhor, que descreve
Deus na sua relação com os homens, e significa “Eu sou o
que sou”. Êxodo 3.13-14, Jesus em essência é Deus,
portanto, é eternamente o mesmo.
Moisés falou do Deus único e
verdadeiro quando disse: “Pois o Senhor, vosso Deus, é o
Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande,
poderoso e temível”. Deuteronômio 10.17. João falou da
vitória do mesmo Deus: “Pelejarão eles contra o Cordeiro,
e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o
Rei dos reis”. Apocalipse 17.14. O ensino das Escrituras
sobre Jesus, mostra claramente a divindade de Jesus. Da
mesma maneira que podemos chamar o Pai de Senhor ou Deus
podemos aplicar este nome a Jesus Cristo. João 20.28;
Isaias 9.6.
Jesus Cristo, corretamente
visto como Deus merece a nossa obediência e adoração. As
ordens dele devem ser obedecidas. Mateus 28.20. Ele é
digno de receber louvor. Apocalipse 5.12. O próprio Pai
mandou que os anjos adorassem o filho Jesus. Hebreus 1.6.
CONCLUSÃO
Jesus é o Rei dos reis e
Senhor dos senhores. Quando Ele entrou em Jerusalém o povo
tirou suas veste se as espalharam pelo caminho e
aclamavam: Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor, o
Rei de Israel. De que dinastia de reis foi Jesus? Ele não
utilizou um cavalo, mas um jumentinho. Um cavalo é símbolo
de guerra, porém o jumento é símbolo de paz. Jesus veio ao
mundo como Príncipe de paz, para dar-nos a paz. Quando
Jesus nasceu, coros de anjos proclamaram que Ele é o
príncipe da Paz. “Glória a Deus nas alturas e Paz na
terra”. O mesmo fizeram com o rei Jeú quando foi declarado
rei; as pessoas também tiravam as suas vestes e colocavam
por onde Jesus havia de passar. Uma prova clara de que
Jesus veio como rei e entrou na cidade como rei. Sem
dúvidas o Reino de Jesus Cristo não é deste mundo; é um
Reino celestial é o Reino de Deus que será totalmente
regido por Jesus Cristo quando de sua segunda volta
gloriosa. Graças a Ele nós já nos tornamos cidadãos desse
Reino, e Cristo tem se tornado Nosso Senhor e Rei. Jesus
Cristo voltará a esta terra como Rei dos reis e Senhor dos
senhores. Pelo que podemos viver com alegria e muita
esperança no seu regresso para reinar eternamente como Rei
absoluto.
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Pb. José Roberto A. Barbosa
Pr. Alcione Alves do Nascimento
Os artigos e
estudos publicados neste espaço são de inteira responsabilidade
dos seus autores.
Fonte:
EBDWeb e
CPAD
Portal Escola
Dominical
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QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 13 DO 1º TRIMESTRE/2008
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questionário [Breve...]
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