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ESCOLA BÍBLICA / LIÇÕES

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LIÇÃO 13

 

JESUS, O REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES

 

Texto Áureo

 

"A qual, no tempo próprio, manifestará o bem-aventurado e único soberano, Rei dos reis e Senhor dos senhores. " 1Timóteo 6.15.

 

Verdade Prática

 

Jesus está acima de todos os reis e de todos os senhores da Terra, pois Ele é soberano e absoluto.

 

Leitura Diária

Segunda - Gn 49.10 - A realeza do Messias nas primeiras profecias da Bíblia

Terça - Jr 23.5,6 - Os profetas vaticinam o reinado justo do messias

Quarta - Zc 9.9 - A profecia da vinda de um rei justo e salvador

Quinta - Lc 19.35-38 - Jesus foi aclamado Rei pelo povo

Sexta - Jo 19.19-22 - Jesus Nazareno, Rei dos Judeus

Sábado - Lc 1.31-33 - O seu reino nunca terá fim

 

Esboço da Lição

 

Introdução

I. Os Déspotas deste Mundo

II. O Caráter do Reino do Messias

III. A Vitória Final

Conclusão

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

 

Apocalipse 19.11-19.

 

11 E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.

12 E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.

13 E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.

14 E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.

15 E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso.

16 E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.

17 E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Deus;

18 Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes.

19 E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército.

 

 

 

 

 

 

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COMENTÁRIO / DICAS

 

Tema deste Subsídio

JESUS, O REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES

 

Objetivo: Mostrar que chegará o dia no qual todos reconhecerão que Cristo é o Rei dos reis e o Senhor dos Senhores.

 

INTRODUÇÃO

 

O Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, diz o apóstolo João (Jo. 1.14). Esse ato de encarnação representou uma humilhação para Deus, chegando ao extremo na crucificação, tema estudado em uma das lições anteriores. Na aula de hoje, a última do trimestre, veremos que Aquele que fora humilhado, um dia virá para governar sobre todos, e então, será reconhecido como Rei dos reis e Senhor dos senhores.

 

1. O RETORNO GLORIOSO DE JESUS

 

Após o arrebatamento da igreja (I Ts. 4.17) e o período da tribulação, sob o governo do anticristo (Dn. 7.24,25; Mt. 24.21; II Ts. 2.3-6; Ap. 7.14; 13.1-8), Jesus virá em glória para julgar as nações (Mt. 24.30; Zc. 14.4,5; Ap. 1.7; 19.11-16). A respeito desse evento futuro, Daniel (Dn. 2.34-45) revela que os reinos dos mundos serão esmiuçados pelo impacto da pedra que desceu da montanha. Nessa ocasião, se dará a batalha do Armagedom, apresentada em Zc. 12.3,9; 14.2. Essa batalha, de acordo com o relato bíblico, de Jr. 31.35,36; 46.48; Am. 4.14,15 acontecerá porque os judeus se encontrarão ameaçados e lutarão bravamente pelo período de um dia (Zc. 14.6,7,14). Diante da investida dos seus inimigos, o remanescente israelita buscará o socorro do Senhor e Ele virá corporalmente como para o Céu subiu (Lc. 24.39; At. 1.1). Nessa vinda, que deva ser diferenciado do arrebatamento, que terá ocorrido anteriormente (I Ts. 4.13), Cristo virá em glória e todo olho O verá (Mt. 24.30; At. 1.7). Nessa ocasião, o Anticristo e o Falso Profeta, que atuaram durante a Tribulação, serão lançados no Lago de Fogo e Enxofre (II Ts. 2.8; Ap. 19.20).

 

2. O REINO MILENIAL DE CRISTO

 

Em subseqüência a esses acontecimentos, Cristo, por fim, será reconhecido, nacionalmente, pelos judeus como o Messias Prometido (Is. 4.3; 59.20.,21; 60.21; Os. 3.5; Zc. 12.10-14; 13.1; Rm. 9.27; 11.25-27). Jesus, então, reinará sobre eles pelo período de mil anos (Ap. 20.1-6). Esse momento sempre fora aguardado com ansiedade pelo povo israelita (Lc. 2.38; At. 1.6,7). O Milênio será uma teocracia, isto é, o governo de Deus na terra. Cessará, portanto, todo o governo humano que dará lugar ao domínio do Senhor (Zc. 14.9). A igreja de Cristo integrará esse novo governo (I Co. 6.2; Ap. 2.26,27) voltado, predominantemente, ao contexto judaico. É por isso que de Jerusalém o Senhor exercerá o Seu comando (Zc. 14.4). Não apenas a terrestre, mas a Celestial, que se encontrará nas alturas (Is. 2.2; Mq. 4.1). A igreja estará glorificada com Cristo (Rm. 8.17,18,30; Cl. 3.4; I Pe. 5.1). Esse será um período de plena manifestação da glória de Cristo. A respeito desse evento, diz o hino sacro: “Quando o povo israelita, com Jesus se concertar, dando glória ao Seu nome, sem cessar. Nesse tempo, céu e terra hão de ser a mesma grei, entoando aleluias ao meu Rei (HC. 3).

 

3. JESUS, REI E SENHOR

 

O reinado de Cristo será diferente de muitos que vemos nos dias atuais. O conhecimento de Deus, ao invés de ser repreendido, será ampliado em dimensões universais (Is. 11.19; Jr. 31.34; Hc. 2.14). As guerras e interesses egoístas darão lugar à piedade que prevalecerá entre as nações (Sl. 22.27; 102.15,22; Is. 60.3; 66.23; Jr. 3.17). As pessoas não se oporão à vontade de Deus, antes buscarão os mandamentos do Senhor (Is. 2.3; Zc. 8.20-23). A manifestação divina será tão explícita, nesse período, que não haverá lugar para a incredulidade e a rebelião (Is. 65.20; Zc. 14.17; Ap. 19.5). No reino de Cristo, diferentemente do que vemos atualmente no planeta, prevalecerá a paz e a justiça entre os povos (Mq. 4.3; Zc. 9.10; Is. 2.4; 32.16). Nos queixamos das injustiças sócias e da insegurança que assolam as nações e oprimem aos pobres, isso, no entanto, será mudado, sob o domínio do Príncipe da Paz (Is. 9.6; 11.4; 32.17). As doenças que abundam nos dias atuais darão lugar à saúde, que prolongará a vida das pessoas (Is. 33.24; 65.20,22; Zc. 8.4), não mais haverão paralíticos nem aleijados (Is. 35.5,6), pois existirá, ali, um rio que trás saúde que fluirá de debaixo do templo (Ez. 47.1-12). A destruição ambiental também cessará, dando lugar à fertilidade (Am. 9.13,14; Is. 35.1,6; 40.19), a escassez de água não será problema (Is. 30.25; Jl. 3.18). As moradias não serão privilégios de poucos, todos terão casas onde poderão viver (Is. 65.21,22), por isso, alugueis e dívidas serão coisas do passado (Mq. 4.4; Zc. 3.10).

 

CONCLUSÃO

 

Chegará o dia em que, finalmente, Jesus aparecerá em glória, e mais especificamente os judeus, os quais, se dobrarão perante Ele, reconhecendo-O como Rei dos reis e Senhor dos Senhores. A igreja, no entanto, já vive sob o domínio do senhorio de Cristo (Lc. 17.21). Como seus súditos, devemos buscar ouvir e obedecer a Sua voz (Jo. 10.27). Portanto, quando os padrões seculares vierem de encontro à vontade soberana de Cristo, importará, sempre, obedecer a Deus do que aos homens (At. 5.29), orando e agindo, na expectação da manifestação completa do reino de Cristo (Mt. 6.10).

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SUBISÍDIO II

 

INTRODUÇÃO

 

Os judeus esperavam um Líder que havia sido prometido há muitos séculos pelos profetas. Acreditavam que o Messias “O Ungido” os salvaria de seus opressores romanos e estabeleceria um novo reino. Como Rei, ele governaria o mundo com justiça. Porém, muitos judeus, olharam com indiferença para as profecias que falavam de um Rei, servo do Senhor, que sofreria, seria rejeitado e morto.

 

Então, não é de se admirar que poucos tenham reconhecido Jesus como Messias. Como o pobre e humilde filho de um carpinteiro de Nazaré poderia ser o prometido Rei? Mas, Jesus, era o Rei dos reis e Senhor dos senhores!

 

Jesus foi formalmente apresentado à nação de Israel, porém, foi rejeitado. É muito estranho que o Rei tenha sido acusado, preso, condenado e crucificado. Mas, Jesus mostrou seu poder até sobre a morte, por meio da sua ressurreição, e assim, nos deu acesso ao seu Reino.

 

I. OS DÉSPOTAS DESSE MUNDO

 

Uma equipe de cientistas internacionais e arqueólogos desvendam o mistério sobre um dos eventos mais violentos na história do Velho Testamento, a existência do infame faraó do Egito, Ramsés o Grande. Ramsés II era auto-intitulado como um dos maiores faraós do Egito. Ramsés teria sido o faraó que oprimiu os hebreus no Egito, os quais foram libertados sob o comando de Moisés.

 

A Bíblia menciona a dinastia de quatro reis da Assíria. A dinastia de Salmanazar ou Salmanessér. II Reis. 18.9. Esses reis reinaram no século oito e século nove antes de Jesus Cristo. Por causa do pecado e corrupção de Salomão, Deus dividiu o reino em dois reinos, sabendo que não subsistiriam. Mateus. 12. 25-26. O rei da Assíria levou o reino do Norte formado por dez tribos. Esse rei da Assíria é comparado a Faraó por Deus. Na realidade, Faraó é comparado ao rei da Assíria. Ezequiel. 31.2-3; 31.18. O rei da Assíria foi maior dragão que Faraó, tais eram o poder desses déspotas.

 

No Antigo Testamento foi Nabucodonosor. Jeremias, o profeta, o declarou: “Nabucodonosor, rei da Babilônia, me devorou, pisou-me, fez de mim um vaso vazio, como dragão me tragou” Jeremias. 51.34. Este grande dragão devorou os reis de Judá, seus filhos e filhas, e levou os príncipes e os nobres para o cativeiro em Babilônia. No livro das lamentações, Jeremias relata os padecimentos insofríveis do povo judeu. Desonra, escravidão, fome, água a preço de sangue, violação de mulheres e virgens. Esta é a água de fel que Jeová deu de beber a seu povo escolhido. Jeremias. 9.15; 8.14.

 

No tocante aos déspotas romanos. Após a anarquia militar, o imperador deixou de ser Princeps e passou a ser reconhecido como Dominus (Senhor), caracterizando um governante absoluto. Inicia-se, então, o período do Dominato (Domínio).

 

Para falar sucintamente sobre os romanos, os déspotas do Dominato romano impunham sua condição de dominus superior, ostentando coroas de louros e outros adornos, obrigavam os súditos a ajoelharem-se e beijar a ponta de seus mantos reais, imagina-se o que não faziam com o povo subjugado.

 

Alexandre, o grande. Rei da Macedônia, filho do rei Felipe II e da rainha Olímpia, assume o trono aos 20 anos, após o assassinato do pai. Nos seus 13 anos de reinado, cria o maior império territorial conhecido até então. Foi considerado o maior general da antiguidade.

 

Domina a Grécia, a Palestina e o Egito, avança através da Pérsia e da Mesopotâmia e chega à Índia. Funda mais de setenta cidades, várias delas com o nome de Alexandria. Dessas, a mais famosa, seria localizado no delta do rio Nilo, no Egito um verdadeiro monumento ao seu imenso poder, a cidade ficou célebre pelo seu farol com mais de 120m de altura, uma das sete maravilhas do mundo antigo, e pela importantíssima biblioteca de 700 mil volumes, famoso centro literário e artístico da antiguidade.

 

 

 

 

 

 

 

II. CARÁTER DO REINO DO MESSIAS

 

1. Fiel e Verdadeiro.

 

Não há dúvida sobre a identidade de Jesus, descrito aqui como: a Fiel Testemunha. Ele é o sim e o amém das promessas de Deus. II Coríntios 1.20-22, o cavaleiro chamado Fiel e Verdadeiro. Apocalipse 19.11. O Primogênito dos mortos. Jesus não foi o primeiro a ser ressuscitado, mas ele tem primazia sobre todos. Colossenses 1.18. Aquele que ressuscitou e tem domínio sobre tudo e todos. Jesus é Soberano dos reis da terra. Jesus não domina apenas os servos fiéis; ele é o Soberano dos reis humanos Daniel 4.32. Ele governa os governantes, incluindo aqueles que perseguiriam os santos. A Bíblia afirma que Jesus é o Soberano dos reis da terra. Pedro diz que os poderes estão sujeitos a Jesus. I Pedro 3.22. Paulo diz que todas as coisas já foram colocadas debaixo dos pés de Jesus Efésios 1.22-23. Jesus mesmo disse que já recebeu esta autoridade do Pai. Apocalipse 2.27-28. Cremos nas palavras de Jesus em Mateus 28.18. “Todo poder me foi dado no céu e na terra.”.

 

2. Os diademas.

 

Após a ascensão de Jesus aos Céus, os anjos declararam aos apóstolos: “Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir”. Atos 1.11. Zacarias 14.4 identifica a localização da Segunda Vinda como o Monte das Oliveiras. Mateus 24.30 declara: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.” Tito 2.13 descreve a Segunda Vinda como “o aparecimento da glória”. A Segunda Vinda é descrita em seus mínimos detalhes em Apocalipse 19.11-16: “E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo. E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus. E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.”. A diversidade de diademas representa o exercício da Soberania de Cristo, justa e poderosa sobre todos os reis e príncipes da terra. Daniel 10.6. Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Filipenses 2.9. Quando Cristo se manifestar em glória despojará o poder que se opõe a Deus. Este reino existirá aqui na terra em cumprimento às profecias do Antigo Testamento. Salmos 72.8,9; Isaias 2.11; Jeremias 23.5-7; 33.14-16; Zacarias 6.12-14; Daniel 7.13,14; Miquéias 4.3; Mateus 25.31,32; I Coríntios 15.24,25.

 

3. A veste salpicada de sangue.

 

Ao ler “E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo. E estava vestido de uma veste salpicada de sangue.” Apocalipse 19.11-13 nos parecem que este sangue não significa o sangue que Jesus derramou na cruz do Calvário para nos salvar. O contexto da segunda vinda de Jesus em duas etapas nos leva a pensar que o sangue que salpica os vestidos de Cristo está relacionado com o que falou o profeta: “Quem é este, que vem de Edom, com vestidos tintos de Bozra? Este que é glorioso em sua vestidura, que marcha com a sua grande força? Eu, que falo em justiça, poderoso para salvar. Por que está vermelha a tua vestidura? E os teus vestidos como o daquele que pisa no lagar? Eu sozinho pisei no lagar, e dos povos ninguém houve comigo; e os pisei na minha ira, e os esmaguei no meu furor; e o seu sangue salpicou os meus vestidos, e manchei toda a minha vestidura”. Isaías 63.1-3.

 

A doutrina dos estados de Cristo consiste de humilhação e de exaltação. Humilhação consiste em Cristo ter posto de lado a majestade divina que era Sua como soberano governador do universo ter assumido a natureza humana na forma de servo, tendo se encarnado e passado por grande sofrimento e morte, sepultamento. Mateus 3.15; Filipenses 2.6-8; João 1.14; Hebreus 2.18; 4.15; 5.7-9; Deuteronômio 21.23; Gálatas 3.13: Salmos 16.10; Atos 2.27,31. Cristo precisou passar por este estado de humilhação para nos redimir do pecado.

 

O estado de exaltação. Cristo tendo pagado a penalidade do pecado e merecido a justiça e a vida eterna para o pecador. Este estágio deve ser levado em conta no estado de exaltação de Cristo. A ressurreição. I Coríntios 15.20; Colossenses 1.18; Apocalipse 1.5; a ascensão de Cristo ao céu. Hebreus 1.3; 4.14; 9.24, a Sua entronização à mão direita de Deus. Mateus 26.64; Atos 2.33-36. E finalmente a manifestação em glória a Sua segunda vinda gloriosa. II Tessalonicenses 1.7-10 que representa a vitória contra as forças do mundo, do materialismo, enfim, o reino das trevas.

 

III. A VITÓRIA FINAL

 

1. A redenção.

 

Jesus ensinou ao povo durante seu ministério terreno “Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado”. João 8.34, redenção significa que Cristo liberta o povo da escravidão do pecado. Redenção é a libertação do escravo, pagando o preço do resgate. Nos temos bíblicos, muitas vezes um homem chegava ser escravo, por causa de suas dívidas. Um parente teria que pagar o preço de resgate para conseguir a libertação daquele escravo. Cristo se tornou nosso parente, ao encarnar-se, para conseguir nossa libertação da escravidão do pecado. Qual foi o preço de resgate? Nós teríamos que pagar os pecados com a nossa morte, se não fosse a redenção por Cristo. I Pedro 1.18,19, o escravo resgatado deve glorificar a Deus no seu corpo, porque pertence ao que pagou o preço do resgate. I Coríntios 6.19-20; João 8.32-34; Romanos 3.24; Gálatas 3.13; 4.5; Êxodo 21.20.

 

2. Rei dos reis.

 

Jesus como ungido de Deus exerce três ofícios: Profeta, sacerdote e rei. Jesus Cristo é o rei dos reis porque Ele é filho de Deus. Isaias 9.7; Lucas 1.32,33: Atos 2.33-36. Cristo exerce toda autoridade no céu e na terra. Mateus 28.18. Quando as pessoas são rebeldes, Cristo os vence; quando são obedientes, Ele reina sobre eles. Quando o inimigo de Deus e dos homens os ataca, pode-se contar com a vitória, pela confiança em Cristo, porque ele defende o seu povo dos ataques do inimigo. I João 4.4 A autoridade absoluta de Cristo hoje é reconhecida somente pelos crentes, Mateus 13.24-30; Lucas 17.21; Romanos 14.17; Colossenses s 1.13, mas quando Ele voltar em glória e poder. Todos irão reconhecer que Ele é Deus filho, o todo poderoso. Daniel 4.25; 2.34; Efésios 1.20-22. De forma definitiva. Mateus 7.21; 13.24-30; Lucas 22.29; Filipenses 2.9-11; II Timóteo 4.18; II Pedro 1.11.

 

3. Senhor dos senhores.

 

As lições que ora estamos encerrando tem o escopo de apresentar Jesus Cristo como verdadeiro Deus e verdadeiro homem. João 1.1-14, a natureza divina de Cristo não foi criada, mas é eterna; Jesus Cristo é Deus filho, por isso é igual ao Pai em poder e glória. Segundo os estudiosos o segundo nome da divindade que aparece na Bíblia é Senhor, que descreve Deus na sua relação com os homens, e significa “Eu sou o que sou”. Êxodo 3.13-14, Jesus em essência é Deus, portanto, é eternamente o mesmo.

 

Moisés falou do Deus único e verdadeiro quando disse: “Pois o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível”. Deuteronômio 10.17. João falou da vitória do mesmo Deus: “Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis”. Apocalipse 17.14. O ensino das Escrituras sobre Jesus, mostra claramente a divindade de Jesus. Da mesma maneira que podemos chamar o Pai de Senhor ou Deus podemos aplicar este nome a Jesus Cristo. João 20.28; Isaias 9.6.

 

Jesus Cristo, corretamente visto como Deus merece a nossa obediência e adoração. As ordens dele devem ser obedecidas. Mateus 28.20. Ele é digno de receber louvor. Apocalipse 5.12. O próprio Pai mandou que os anjos adorassem o filho Jesus. Hebreus 1.6.

 

CONCLUSÃO

 

Jesus é o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Quando Ele entrou em Jerusalém o povo tirou suas veste se as espalharam pelo caminho e aclamavam: Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel. De que dinastia de reis foi Jesus? Ele não utilizou um cavalo, mas um jumentinho. Um cavalo é símbolo de guerra, porém o jumento é símbolo de paz. Jesus veio ao mundo como Príncipe de paz, para dar-nos a paz. Quando Jesus nasceu, coros de anjos proclamaram que Ele é o príncipe da Paz. “Glória a Deus nas alturas e Paz na terra”. O mesmo fizeram com o rei Jeú quando foi declarado rei; as pessoas também tiravam as suas vestes e colocavam por onde Jesus havia de passar. Uma prova clara de que Jesus veio como rei e entrou na cidade como rei. Sem dúvidas o Reino de Jesus Cristo não é deste mundo; é um Reino celestial é o Reino de Deus que será totalmente regido por Jesus Cristo quando de sua segunda volta gloriosa. Graças a Ele nós já nos tornamos cidadãos desse Reino, e Cristo tem se tornado Nosso Senhor e Rei. Jesus Cristo voltará a esta terra como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Pelo que podemos viver com alegria e muita esperança no seu regresso para reinar eternamente como Rei absoluto.

 

 

Pb. José Roberto A. Barbosa

Pr. Alcione Alves do Nascimento

 

Os artigos e estudos publicados neste espaço são de inteira responsabilidade dos seus autores.

 

Fonte:

EBDWeb e CPAD

Portal Escola Dominical

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QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 13 DO 1º TRIMESTRE/2008

 

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